terça-feira, 13 de julho de 2010
Uma pitada de Imposição e insegurança???
Linha Esmeralda da CPTM parecendo uma lata de Sardinha.
Aquele funk "Delicioso" começa a tocar em alto e bom som de um celular amigo em volta.
"PQP! é Ela denovo..."
"Cê vai atender mano? " [E o Funk rolando]
"Se não atender tô F.... "
...
"Oi Gata ... Calma Gata ... Claro q eu amo só você!! ... Não gata [vai chamar a mãe de gata porra!!!], é só minha amiga do trabalho, claro q eu não tenho nada com ela.... Só porque eu brinquei no orkut dela não quer dizer q eu tô pegando.... Claro que eu amo só você gata!!!!"
[Vários "elogios" depois....]
"Olha que eu vou atrás de fulaninha se você não parar ein...."
Primeiro. Não compartilhe seus gostos peculiares no toque do seu celular. E mantenha sempre um volume que não atrapalhe quem está a 200 metros de distância.
Segundo. Mantenha sua relação longe de ambientes públicos e lotados.
Agora vamos ao que interessa.... Me pergunto que tipo de relacionamento se baseia nesse lance de fazer ciúme pra segurar o parceiro.
Não vou ser hipócrita....já fiz muito disso no meu primeiro relacionamento, quando ambos eram crianças e não sabiam nada de nada.
Meus Caros. Um relacionamento bacana não se baseia em imposição de pensamento, nem em joguinhos infantis de ciúme, nem em voltas regadas a sexo selvagem e muito menos em afastamento do resto do mundo. Relacionamentos de verdade [de qualquer tipo] baseiam-se em respeito e confiança. Se um destes alicerces não existe a relação em si também não. O que passa a existir é só um monólogo sentimental patético que faz mal a todos os envolvidos [incluindo os amigos, parentes e colegas de trabalho de ambos].
Dignidade também é isso Galera!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Machu...cado.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Foi para a Europa...e agora?


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Cantadas e mais cantadas
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Chifres e suas variações
Grande parte dos homens moça tem tendência a receber, para frustração das amigas conselheiras, um par de chifres. Ao menos uma vez na vida [neste caso, normalmente, acaba ocorrendo em uma frequência um pouco maior que com o resto da população masculina, vide a afabilidade dos homens em questão] Neste e-mail encontra-se a descrição dos enchifrados, vulgo cornos, em suas variações do espécime. A: ALUNO - DEPOIS QUE TOMA CORNO APRENDE A ANDAR CERTO COM A MULHER. E ai....qual a sua variação? |
domingo, 18 de janeiro de 2009
pegador, mas...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
De tubarão a peixe palhaço
Quando solteiro, esse tipo de amigo de auto denomina como tubarão, vive se vangloriando e finge (sem muito sucesso) ser pegador. É quando a transformação acontece, o tubarão se transforma num peixe palhaço (sim, tipo o Marlin do Procurando o Nemo). Dizem que quando uma pessoa está apaixonada ela fica mais feliz, cativante, lezada e engraçada (agora deu pra entender o motivo da minha rabugentiçe?). Começa a fazer piada com tudo, esquece da vida e de repente para de se vangloriar. Até que o ex-tubarão consegue por as suas garras na presa, mas são se assustem, nessa altura as garras já estão cortadas, lixadas e pintadas. 
Com o passar do tempo, a raiva por ter sido trocada assim tão facilmente e a decepção por ter descoberto que aquele amigo é só mais uma moça pra coleção da sua vida também, e fica o sentimento de pena. Afinal, o que vai ser dessa garota? Será que ela vai agüentar muito tempo? Será que um dia seu amigo volta ao normal? Será que ele – pelo menos tenta – tratar ela feito o macho que deveria ser?
Não peço revolução, prefiro trabalhar e ganhar meu dinheiro a lavar louça. Mas homens, por favor, mais dignidade!
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
A caça e a espera

Desde que o homem resolveu largar a estaca e a vida de nômade e viver em sociedade uma regra se tornou senso comum: O homem caça, a mulher cuida da casa, dos filhos e espera, pacientemente, o macho voltar pro ninho, e este conceito, apesar de bastante discutido pela sociedade em geral, continua funcionando.

