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terça-feira, 13 de julho de 2010

Uma pitada de Imposição e insegurança???

São Paulo. 6 horas da tarde.
Linha Esmeralda da CPTM parecendo uma lata de Sardinha.

Aquele funk "Delicioso" começa a tocar em alto e bom som de um celular amigo em volta.

"PQP! é Ela denovo..."
"Cê vai atender mano? " [E o Funk rolando]
"Se não atender F.... "
...
"Oi Gata ... Calma Gata ... Claro q eu amo só você!! ... Não gata [vai chamar a mãe de gata porra!!!], é só minha amiga do trabalho, claro q eu não tenho nada com ela.... Só porque eu brinquei no orkut dela não quer dizer q eu pegando.... Claro que eu amo só você gata!!!!"

[Vários "elogios" depois....]

"Olha que eu vou atrás de fulaninha se você não parar ein...."


Primeiro. Não compartilhe seus gostos peculiares no toque do seu celular. E mantenha sempre um volume que não atrapalhe quem está a 200 metros de distância.
Segundo. Mantenha sua relação longe de ambientes públicos e lotados.

Agora vamos ao que interessa.... Me pergunto que tipo de relacionamento se baseia nesse lance de fazer ciúme pra segurar o parceiro.
Não vou ser hipócrita....já fiz muito disso no meu primeiro relacionamento, quando ambos eram crianças e não sabiam nada de nada.
Meus Caros. Um relacionamento bacana não se baseia em imposição de pensamento, nem em joguinhos infantis de ciúme, nem em voltas regadas a sexo selvagem e muito menos em afastamento do resto do mundo. Relacionamentos de verdade [de qualquer tipo] baseiam-se em respeito e confiança. Se um destes alicerces não existe a relação em si também não. O que passa a existir é só um monólogo sentimental patético que faz mal a todos os envolvidos [incluindo os amigos, parentes e colegas de trabalho de ambos].


Dignidade também é isso Galera!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Joguinhos Amorosos

Todo mundo gosta de um joguinho amoroso. É fato. Quando você quer apimentar a relação, parte pros joguinhos, o que, aliás, pode ser muito bom! Ah! Vai falar que não, hein!
O problema é quando esses (malditos) jogos se encaixam na parte da conquista... Ô coisa chata! Sabe por que? Porque quando é muito fácil é porque é muito fácil e quando é muito difícil é porque é muito difícil. Mas o fácil não tem graça, não teve a parte da conquista, as manhas, charminho, os olhares... É a parte gostosa, confesso, difícil mesmo é quando isso se prolonga por tempo além do suportável e se torna um jogo de futebol que vai parar nos pênaltis. Desses jogos de copa mesmo, onde a prorrogação não termina com gol de ouro! Um saco!
Explicarei: você conhece uma pessoa, joga um charme, ela balança, mas não cai logo de primeira. Rolam umas saídas, umas trocas de olhares e nenhum dos dois dá o braço a torcer pra falar que tá rolando uma paixão. Nunca poderei explicar o porque disso, mas é o que acontece.
Aí começam os joguinhos, claro, porque um dia alguém vai ter que falar e sempre tem o lance de um sempre cair mais que o outro, mas logo voltam a si com o pensamento de que não podem se deixar levar. E aí a coisa toda fica somente nos joguinhos e fica tão chato que quando a outra pessoa resolve (ATÉ QUE ENFIM) falar que está afim, você não quer mais nada com ela. Por que? PORQUE PERDEU A GRAÇA, GENTE!! Fala sério! Quem gosta de jogar eternamente? NINGUÉM!!!
Exposto o fato e a minha indignação diante de tantas histórias ouvidas e vividas, peço encarecidamente à vocês: está afim de alguém? Fale logo! Não faça tipo! Não está? Nem dê bola! Melhor a resposta direta que um enrolação sem fim!
Jogo é bom, mas tem prazo pra terminar.